Para quem procura aplicar as poupanças com segurança, o Estado português oferece mais do que os conhecidos Certificados de Aforro. Os Certificados do Tesouro são outra modalidade de dívida pública dirigida às famílias, com características próprias que vale a pena conhecer antes de decidir onde colocar o dinheiro.
O que distingue este produto
Tal como os Certificados de Aforro, os Certificados do Tesouro têm o capital garantido pelo Estado, o que os coloca entre as aplicações de menor risco disponíveis. A grande diferença está na estrutura da remuneração e nas condições de subscrição e resgate, que costumam favorecer quem mantém o investimento durante mais tempo.
Pontos a ter em conta
Antes de subscrever, confirme os aspetos que definem este produto na versão em comercialização.
- Remuneração crescente: a taxa tende a aumentar ao longo dos anos de permanência.
- Prazo definido: têm uma maturidade fixa, ao contrário da flexibilidade dos Certificados de Aforro.
- Montantes mínimos: a subscrição exige um valor inicial superior ao dos Aforro.
Para que objetivos fazem sentido
Os Certificados do Tesouro adequam-se a poupanças que não vai precisar no curto prazo e que pretende manter em segurança, premiando a paciência. São uma boa peça para a parte mais conservadora de uma carteira, complementando depósitos e Certificados de Aforro, e poupando-o à volatilidade dos mercados.
Como as condições, taxas e prazos mudam consoante a emissão em vigor, confirme sempre os detalhes atuais antes de avançar. A subscrição faz-se de forma simples, e a tranquilidade de saber que o capital está garantido pelo Estado é, para muitos aforradores, um argumento de peso.